sábado, 4 de março de 2023

Vida: O Nosso Momento Fugaz

Vida: O Nosso Momento Fugaz 



Estaremos no mundo por um tempo tão breve que não dá nem um instante no tempo eterno do universo. Enquanto cientistas e astrônomos falam em períodos de bilhões de anos, o que é difícil até de imaginar, nossa vida não chega a um décimo deste valor. Somos, na verdade, criaturas tão efêmeras quanto as borboletas.


De fato, pensando de forma comparativa, pode-se dizer que somos as borboletas do universo. Nascemos num dia e, quando nos damos conta somos estudantes mirins. Depois adolescentes, jovens, adultos, idosos e, então, partimos. Tudo isso num abrir e fechar de olhos, comparativamente falando.


Com isso em mente, você já parou para pensar qual é a marca que você deixará no mundo? Pelo que as futuras gerações se lembrarão de você? Ou será que você tem vivido sua existência apenas cuidando de seus assuntos particulares, sem se importar em ajudar mais ninguém? Ou, o que seria ainda pior, será que você tem dedicado cada minuto da sua existência a aumentar ou provocar o sofrimento e a dor de outras pessoas?


Viver é uma arte. E, como toda arte, exige talento, técnica, maestria. Mas sobretudo, toda arte requer amor. Não dá pra ser artista se você não ama o que você faz. Talvez o que te falte seja aprender a amar. Aprender a reconhecer no outro um irmão, um igual. Sem isso,nos tornamos egoístas e frios e passamos a agir como se apenas nosso bem estar importasse. E isto nos torna seres cruéis e insensíveis.


Não estou dizendo que você deve se tornar um santo, nem sair jogando dinheiro na rua. O que estou pensando é em como devemos nos comportar diante do sofrimento do outro. Se você não pode ajudar naquele momento que alguém te pede, você pelo menos sente tristeza por sua dor? Você tenta imaginar alguma forma de ajudar as pessoas mais carentes? Ou você se zanga contra o pobre porque eles são muitos e porque te pedem um pedacinho de pão? Pois, pasmem, há quem agridiria uma pessoa por pedir um prato de comida. 


Embora o coração do homem seja um mistério - num dia estamos muito bondosos e emotivos, e no outro somos completos cretinos - podemos educar o nosso caráter e nos tornarmos mais humanos, menos t. Que possamos refletir sobre isso e, se não pudermos fazer grandes obras de caridade, como alguns de maior coração fazem, que possamos fazer dos pequenos gestos de bondade a nossa rotina. 




sábado, 28 de março de 2020

FILOSOFIA E ÉTICA - ÉTICA E POLÍTICA - ÉTICA E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA


QUESTÕES SOBRE ÉTICA E ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Olá amigos, estou estudando sobre Ética e Administração Pública e achei o assunto bem interessante. Convido vocês a lerem minhas respostas e comentarem se concordam ou discordam e a também apresentarem as suas próprias respostas. Vamos refletir sobre este importante tema e espalhar a consciência para o maior número de pessoas possível!

Questão 1 - 1. No texto apresentado consta a seguinte afirmação: “Um mundo perfeitamente bem administrado pode ser um mundo moralmente mau[...]. O inferno pode ser tanto mais inferno quanto mais bem administrado for! A boa administração não pode ser, por si só, critério para avaliarmos o que quer que seja”. Comente estas afirmações no contexto da administração pública.

RESPOSTA: A afirmação acima quer dizer que se a administração pública não tiver como objetivos e, até  mesmo, como razão de sua existência, o estabelecimento de leis justas, que respeitem os direitos humanos, que se baseiem na equidade e na preservação da vida e da dignidade humanas, mas ao contrário, se os administradores públicos buscarem seus próprios interesses, ou se as leis estabelecidas forem injustas, cruéis, autoritárias, e se não se considerar a vida humana e sua proteção como o centro de todo o governo, então, não importa quão eficiente for esta administração pública, ela será eficiente para o mal, e não para o bem. Promoverá a injustiça, e não o contrário. Ainda que se pinte de justiça a sua ação, e se chame de leis suas crueldades, isso não mudará o fato de tratar-se de um governo tirano e cruel.

2- 2. De que modo você percebe, na sua experiência pessoal e profissional como administrador público, as características apresentadas por Roberto Da Matta a respeito da cultura brasileira? Tendo em conta a solução sugerida pelo autor, o que você pensa a respeito dela e da possibilidade de vir a ser praticada pelo administrador público?

RESPOSTA: A cultura brasileira á qual Roberto da Matta se refere seria aquela em que as pessoas buscam as leis somente quando se trata de resguardar os seus direitos, mas procuram evita-las, quando se trata de cumprir responsabilidades e obedecer normas, pagar impostos, respeitar os direitos do outro, ser ético, ser justo, etc. Em outras palavras, segundo ele, no Brasil predominaria a cultura do “jeitinho”, em que quando se trata de uma pessoa assumir responsabilidades, ela sempre procura subterfúgios para não ter que fazê-lo. Outro ponto que o autor chama a atenção seria a da máxima: “Aos inimigos a lei, aos amigos tudo”..., que significaria exatamente essa predisposição para recorrermos aos órgãos legislativos e governamentais apenas quando se trata de resguardarmos nossos direitos e vantagens ou de perceber alguma indenização ou de ser beneficiado de alguma forma, mas de nunca querermos assumir a responsabilidade por nossos erros.
No contexto da administração pública, como esta é praticada por pessoas, é evidente que existe a possibilidade muito real de que o administrador traga essa cultura para dentro da administração, adotando posturas semelhantes, do uso de jeitinhos e subterfúgios, quando o correto seria manter a ética e a moralidade.
Felizmente, não são todos os administradores públicos que agem desta forma, consistindo em um engano da sociedade e até uma injustiça para como os administradores que agem eticamente, o pensar que todo o servidor público ou que toda a administração pública seja corrompida. No meu local de trabalho, por exemplo, tenho contato com pessoas extremamente éticas no exercício de suas funções, que prezam em fazer aquilo que é correto e em cumprir suas obrigações mesmo quando não há ninguém as vigiando ou cobrando delas a todo momento. Elas o fazem simplesmente pela consciência de suas obrigações e deveres e por terem consciência de ocupar uma função pública que pressupõe um ato de doação em benefício da coletividade em fazer parte do sistema que governa toda a sociedade. Posso também afirmar que procuro ser como essas pessoas, agindo de forma ética e correta, independente de cobranças ou mesmo de normas, mas simplesmente pelo exercício livre da consciência. Erros, todos nós podemos cometê-los, mas é um dever nosso buscar agir sempre do ponto de vista da ética.

3. E qual pode ser (e deve ser) a responsabilidade moral do administrador público frente às complicadas relações entre ética e política, e tendo em conta os limites de toda “ética profissional”?
Acredito que a responsabilidade moral do administrador público frente às relações entre ética e política deve ser a de manter-se ético, independente de qual seja o partido político ou a filosofia ideológica a ocupar o poder no momento. Em outras palavras, mesmo que a sociedade esteja corrompida ou tenha maus exemplos na política, o administrador público não deve se deixar levar por estas coisas. Antes, deve manter uma posição ética, justa e correta diante do cargo que ocupa, e procurar levar este mesmo comportamento para a sua vida pessoal, agindo sempre de acordo com os princípios de respeito à vida e à dignidade humanas. De fato, deve-se partir do ponto de vista que o objetivo final de toda a administração pública é preservar e garantir o direito à vida com dignidade para todos, e não somente para uma classe ou grupo que se considere superior. Numa sociedade onde há conflitos de interesses, disputas por poder, batalhas ideológicas, o administrador público deve manter o foco naquilo que é ético e correto, procurando agir de forma imparcial e sem fazer acepção de pessoas. Em outras palavras, não vale a máxima “aos inimigos a lei, aos amigos tudo”, pois tal comportamento representaria a corrupção de todo o sistema de governo.


quinta-feira, 4 de junho de 2009

QUERO DIZER
(Renato Frossard)

Quero dizer

Que desprezo assassinos de farda
Mas é desacato
Que odeio bandidos de capa
Mas é desrespeito
Que abomino o comércio de vidas
Mas é arriscado

Que detesto pais opressores
Mas é invasão
Que me enojam globais atores
Mas é pretensão
Que os ricos me causam asco
Mas é infundado

Que o S e o G são malvados
Mas é incoerência
Que é burrice votar no que abraça
Mas é fanatismo
Quem promete em geral não cumpre
Mas é pessimismo

Que sou contra o aborto
Mas é preconceito
Que sou contra o estupro
Mas é heresia
Que odeio a crueldade
Mas é romantismo

Que o povo NÃO manda
Mas é vergonhoso
Que a T.V é uma farsa
Mas é exagero
Dizer muitas coisas
Mas é proibido!

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

O PROGRAMA BOLSA ESMOLA

Nossos governantes parecem não ter mesmo vergonha na cara. Ao invés de criar condições para que o trabalhador possa sustentar sua família com dignidade, educar seus filhos com qualidade, comprar o material escolar destes e alimentá-los adequadamente, preferem oferecer bolsa isto e bolsa aquilo, que não resolvem os problemas sociais, além de fazer com que as pessoas se acomodem a estes recursos, não lutando por mudanças reais em suas vidas. Além disso, estas bolsas esmolas, muitas vezes, acabam caindo nas mãos de quem não precisa, e os que realmente poderiam fazer bom uso destes recursos, acabam ficando excluídos. Será que é disto que o Brasil precisa???

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

DESCASO TOTAL COM A EDUCAÇÃO


Num flagrante de total desprezo à educação e para com os alunos da EJA da EMPAJR, a prefeitura municipal de Contagem decidiu acabar com o curso de forma repentina. Assim, cerca de 80 alunos trabalhadores ficariam sem escola. Felizmente, alunos e professores foram para a rua protestar contra a atitude arbitrária da administração. Assim, a EJA foi mantida. No entanto, parece que ainda está nos planos da atual administração acabar com a Educação de Jovens e Adultos. Isto seria lamentável uma vez que a EJA trouxe vida nova para centenas de alunos que antes não tinham como estudar.

domingo, 2 de novembro de 2008

Alunos do Pedro de Alcântara Dançam Breake



ALUNOS DO PEDRO DE ALCANTAR MOSTRAM QUE TAMBÉM TÊM TALENTO ARTÍSTICO.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

MANIFESTO DE REPÚDIO ÀS POLÍTICAS AUTORITARISTAS NA EDUCAÇÃO


A décadas os professores de instituições públicas e privadas de ensino vêm sendo humilhados e massacrados pelas administrações escolares e pelos governantes em geral. Tais professores têm sofrido contínuo desrespeito, e têm sido tolhidos de alguns de seus mais básicos direitos constitucionais como o direito à liberdade de expressão, o direito à liberdade para pesquisar e ensinar, o direito à dignidade no trabalho, etc.
Os professores repudiam os atos que contra eles vêm sendo praticados e repudiam o abuso de poder e de autoridade. "Exigimos respeito e exigimos ser reconhecidos pela importância que nosso trabalho tem para a sociedade. Somos professores e queremos ser respeitados como tal. Basta de humilhações!!!"