Assédio Moral no Trabalho
A prática da agressão psicológica no trabalho constitui o assédio moral. Esta é realizada através de críticas constantes, humilhações e ameaças. Infelizmente esta prática vem se instalando em nossas escolas e os professores são os que mais sofrem com isto.
A prática da agressão psicológica no trabalho constitui o assédio moral. Esta é realizada através de críticas constantes, humilhações e ameaças. Infelizmente esta prática vem se instalando em nossas escolas e os professores são os que mais sofrem com isto.
A vítima de assédio moral muitas vezes se vê indefesa e, por medo, deixa de levar o fato às autoridades. Na verdade, o que a vítima de assédio moral deve fazer é exatamente o contrário. Ela deve resistir e lutar contra esta prática, valendo-se de todas as armas que estejam ao seu alcance. O trabalho é um direito do ser humano e não deve tornar-se instrumento de tortura física ou psicológica para o indivíduo. De fato, o assédio moral pode vir a se manifestar de forma física, uma vez que o mesmo pode vir a causar doenças de ordem psicossomática no indivíduo.
Projetos de lei tramitam no congresso para regular o assédio moral como crime com pena prevista no código penal.
Até lá, o trabalhador deve lutar para não sucumbir diante dos ataques de chefes autoritários e sarcásticos que pensam que podem usar e abusar dos seus subordinados.
O que a vítima deve fazer:
Resistir. Anotar cada agressão e nomes de testemunhas presentes. Buscar orientação legal. Buscar apoio do grupo. Não conversar com o agressor sem a presença de testemunhas ou de uma autoridade competente.
Projetos de lei tramitam no congresso para regular o assédio moral como crime com pena prevista no código penal.
Até lá, o trabalhador deve lutar para não sucumbir diante dos ataques de chefes autoritários e sarcásticos que pensam que podem usar e abusar dos seus subordinados.
O que a vítima deve fazer:
Resistir. Anotar cada agressão e nomes de testemunhas presentes. Buscar orientação legal. Buscar apoio do grupo. Não conversar com o agressor sem a presença de testemunhas ou de uma autoridade competente.
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