Este blog pertence ao Renato Frossard, e serve como um mural para meus textos autorais. Também pretende ser um espaço de leitura aos que se interessarem por cultura geral, música, filosofia, literatura, educação, ensino, idiomas, culinária e outros assuntos. Renato Frossard é o autor de todos os textos.
domingo, 12 de novembro de 2023
Passando O Sabão
Nunca pensei que as pessoas pudessem ser tão cruéis e mesquinhas com as vítimas da AIDS. Eu sempre pensei que quando a pessoa passasse por isso, apesar de tudo, ela encontraria apoio dos amigos e da família. Mas quando eu estive do outro lado, pensando que ia morrer, sentindo que a vida tinha acabado, deprimido, triste e sozinho, ao invés de apoio encontrei mais julgamento, mais egoísmo, mais violência. Mas eu nunca recorri à AIDS para obter benefício algum. Então, quando já cansado você resolve requerer os direitos que te acusavam de ter, lançam em sua face que os direitos que você quer não existem, pois, para este fim, te consideram saudável. Nem levam em conta os anos de sofrimento enquanto você acreditava na idoneidade dos laboratórios e dos médicos que propagam a ideia de um vírus de imunodeficiência, apesar de tal coisa nunca ter sido observada na natureza. Graças a Deus eu entendi a tempos atrás que a AIDS só existe na mente do preconceituoso e que sou livre para recomeçar do zero se for necessário e que a minha saúde e integridade física e mental estão nas mãos de Deus. Nunca existiu nem nunca existirá um vírus da AIDS. Laudos laboratoriais não representam a verdade absoluta, mas apenas testam padrões predeterminados que podem não ter significado algum, e não podem ser usados para fomentar a perseguição, preconceito ou apagamento social de alguém. O laboratório não pode ter a última palavra se a pessoa continuou saudável, apesar de fazerem de tudo para que ela morresse. As leis precisam garantir o direito da pessoa renunciar a este laudo, como eu há tempos já renunciei. Nunca existiu nem nunca existirá um vírus da AIDS. Este nome apenas designa um sistema de coisas estabelecido pelo medo, preconceito e desconhecimento das leis naturais de saúde. A depressão e o desespero mataram as primeiras vítimas da AIDS. A medicina matou a segunda geração. Hoje, a fé e a rebeldia é que mantém vivos todos os que ousaram acreditar no contraditório. Não tenho AIDS, não tenho Vírus, Sou um homem livre e saudável. Porto apenas a esperança e a fé. Não Guardo Mágoa de Ninguém.
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