quarta-feira, 24 de outubro de 2007

NO CAMINHO COM MAIAKÓVSKI


No caminho com Maiakóvski

Eduardo Alves da Costa

"[...]
Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.

Na segunda noite, já não se escondem;
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.

Até que um dia,
o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e,
conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.
[...]"

LETRAMENTO DIGITAL

LETRAMENTO DIGITAL

Renato


Até o presente momento do curso Alfabetização e Letramento, curso “online” ministrado pela Professora Carla Coscarelli da UFMG, muito foi lido, aprendido e discutido sobre os temas Alfabetização e Letramento. Aprendemos, por exemplo, a diferenciar os termos e a relacionar suas particularidades (Soares, 2002). Aprendemos que embora a Alfabetização e o Letramento sejam processos diferentes, eles são processos inseparáveis, e que preferencialmente devem ocorrer ao mesmo tempo (Soares, 2002). Agora, porém, um novo problema nos é apresentado. Trata-se do Letramento Digital que, em poucas palavras, significa o acesso ao computador e à internet. Neste artigo, procuraremos problematizar, discutir e apresentar sugestões para a possível solução (a longo prazo) do problema do “analfabetismo/ iletramento digital”.
Até bem pouco tempo atrás, o computador era considerado artigo de luxo. Na verdade este ainda é o caso para a grande massa do povo brasileiro. Porém, com a grande revolução tecnológica e com a melhora do poder aquisitivo das classes populares, o computador veio a tornar-se mais conhecido de uma pequena, mas significativa, parcela da população. Estes brasileiros que, por diversas questões, tiveram acesso a uma escola, um emprego assalariado, a uma casa (própria ou alugada), tiveram também condições financeiras e técnicas de possuir esta incrível máquina que é o computador. Estes brasileiros conhecem muito bem o computador, sabem lidar com diversos aplicativos, conhecem a Internet, usam freqüentemente a ferramenta e-mail e se comunicam com os amigos e familiares através dos chats ou de programas de bate papo, como o “MSN Messenger”.
Ora, sabemos que uma grande parcela da população brasileira encontra-se em estágio de analfabetismo ou iletramento (formal), não tendo domínio da leitura e da escrita. Não é difícil constatar que estas pessoas estarão, automaticamente, excluídas do mundo digital, sendo, portanto, “iletradas” nesta área. Além destas pessoas, temos uma outra parcela da população que, embora alfabetizada/ letrada, não tem acesso ao computador ou à Internet, ou seja, é composta de iletrados digitais. Através deste quadro, podemos imaginar quão grande é a exclusão digital que ainda existe em nosso país.
Dos artigos que lemos sobre o assunto, alguns falam de grupos hegemônicos que acabam formando uma espécie de parede protetora em redor de si mesmos, assumindo controle da tecnologia e forçando os excluídos cada vez mais para o limbo digital. Esta verdade é clara, bastando para isto sermos realistas e sinceros conosco mesmos. Por outro lado, alguns artigos também falam de uma força oposta, que seria a dos softwares livres, que seriam uma tentativa de contra atacar os grupos hegemônicos e, desta forma, permitir que mais pessoas das camadas populares venham a ter acesso ao mundo digital. (Araújo, 2007). Isto pode ser verdade, mas certamente ainda carece de eficácia, pois não tem sido, nem de longe, capaz de minimizar o abismo que separa excluídos de letrados digitais.
De acordo com Araújo, 55% da população brasileira “ainda não sabe o que significa usar um computador”, enquanto 68% jamais acessaram a Internet. Em outras palavras, mais da metade da população do país está excluída do uso do computador, ao passo que quase a totalidade dela está excluída do uso da Internet. Estes são valores assombrosos se considerarmos a imensa população do Brasil (População do Brasil aprox.: 183.888.841 hab, IBGE). É estranho pensarmos sobre isto a partir de nossa confortável situação de “elite intelectual do país”, “funcionários públicos”, “micro empresários”, enfim, “afortunados” por termos um emprego ou uma outra fonte de renda que nos permita o acesso a estas revoluções tecnológicas. Afinal, estas coisas são tão comuns pra nós. Alguns de nós até mesmo “nascemos conectados à Internet”, já que nossa família já tinha acesso a esta realidade desde que nascemos. Outros viemos a ter contato com esta nova realidade mais tarde em nossas vidas, após nos estabelecermos profissionalmente ou como estudantes universitários. Outros, por necessidade trabalhista, vimos nos obrigados a aprender a utilizar o computador e a Internet para podermos manter nossa posição no trabalho. Resumindo, fazemos parte de um pequeno e privilegiado grupo que tem acesso a uma das maiores invenções da humanidade – maior talvez do que a invenção de uma forma de viajar no espaço, já que os benefícios de tal empreendimento são questionáveis.
É difícil encarar esta realidade. Algo mais difícil porém é encarar a nossa atitude diante deste conhecimento. Meu questionamento é: “será que estamos combatendo a exclusão digital ou estamos tão confortáveis em nossa “cerca virtual” que acabamos reforçando a exclusão ou ignorando a mesma?” Este pode ser um questionamento doloroso, mas necessário. Precisamos reconhecer que fazemos parte deste privilegiado grupo e que ao ligarmos um computador conectado à Internet, temos a responsabilidade social de tentar fazer com que este recurso chegue a outras pessoas que então se encontram excluídas do seu uso.
Obviamente, para se combater a exclusão digital necessitamos mais do que vontade. Necessitamos recursos financeiros e políticas adequadas partindo dos nossos governos. Lutar pela consecução de tais objetivos é também uma necessidade, mas não podemos nos dar ao luxo de ficar esperando que os nossos governantes resolvam o problema por nós. O que fazer então? (...) Acredito que a maioria dos leitores deste artigo sejam educadores ou pretendam tornar-se educadores. Sabendo disso, posso dizer que talvez, a melhor solução para, pelo menos, diminuir a exclusão social deva partir de nós. Em outras palavras, conforme sugerido por Araújo, a escola pode ser vista como um ambiente de construção de uma resistência à exclusão digital. Segundo ele, embora a escola seja reconhecidamente um instrumento ideológico do estado (Althusser, 1985), ela tem o potencial para alcançar pelo menos parte da camada populacional que se encontra excluída digitalmente.
Agora, poderíamos pensar: se a escola não tem conseguido acabar com a exclusão do “letramento formal*”, como conseguirá fazê-lo em relação ao “letramento digital”? A resposta obviamente está longe de ser simples. No entanto, se vimos até o momento que o letramento deve acontecer em conjunto com a alfabetização, preferencialmente, então podemos concluir que o letramento digital também deva ocorrer em conjunto com todo este processo. O que estou querendo dizer é que os nossos esforços para erradicar o analfabetismo e o iletramento, devem, preferencialmente, estar em conjunto com os nossos esforços para erradicar ou diminuir o iletramento digital.
Em muitas escolas públicas brasileiras, estes esforços já são uma realidade e já produzem frutos palpáveis. Em uma escola pública do município de Contagem, por exemplo, existe um projeto de informática, onde semanalmente os alunos têm aulas de informática e, em breve, poderão acessar a Internet da própria escola. Sem dúvida um grande avanço, se considerarmos a atual situação da maioria dos brasileiros. Infelizmente, estes esforços muitas vezes partem de atitudes isoladas de um ou outro educador mais “afoito” que não se conforma com uma situação de exclusão onde os recursos encontram-se disponíveis para o combate da mesma. Tais iniciativas são bem vindas e louváveis. Um esforço coletivo, porém, talvez produziria melhores frutos. De fato, uma escola inteira ou uma comunidade inteira comprometida com um ideal, produziria melhores resultados do que uma pessoa isolada poderia alcançar. De qualquer forma, acredito que seja muito melhor termos atitudes isoladas, ainda que estas partam de nós mesmos que estamos lendo este artigo, do que simplesmente esperarmos que o governo tome providências que, quando vierem, já estarão bastante atrasadas. Assim, atitudes como a dos professores desta escola de Contagem devem ser imitadas e divulgadas para que mais e mais estabelecimentos escolares possam ajudar a diminuir a exclusão digital.
Por outro lado, sabemos que são poucos os estabelecimentos escolares da rede pública, cujos alunos representam boa parte dos excluídos digitalmente, que possuem recursos para estabelecer alguma iniciativa para diminuir esta exclusão. Isto é, a maioria das escolas públicas não têm computadores em número suficiente para estabelecerem um trabalho neste sentido. Outras, até têm computadores, mas estes se encontram em “estágio terminal” e, portanto, não estão em condições de uso. Mas também há relatos de escolas que possuem laboratórios de informática com computadores novos e que estão trancados, com medo de que os alunos estraguem os computadores ou de que haja roubo dos mesmos. Ora, o que se vê é um verdadeiro contra-senso. Algumas escolas não realizam o trabalho por falta de recursos. Outras têm os recursos e não os utilizam. Também é necessário de rever este fato.
A extensão deste artigo não nos permite aprofundar o assunto demasiadamente, mas acredito que o problema que se queria levantar foi colocado com sucesso. A existência de grupos privilegiados digitalmente (dos quais muitos de nós fazemos parte), a necessidade de se combater o iletramento digital, e o posicionamento da escola como um possível instrumento de combate da exclusão digital. Atitudes isoladas também são bem vindas e louváveis, embora um esforço coletivo talvez produziria melhores resultados. Os resultados esperados, porém, não são resultados imediatos, mas resultados que serão sentidos a longo prazo. As atitudes, no entanto, devem ser tomadas já.

REFERÊNCIAS

Araújo, J. C. (Org.) . Internet e Ensino: novos gêneros, outros desafios. Rio de Janeiro: Lucerna, 2007.
Araújo, J. C., Dieb, M. (Orgs.). Linguagem e Educação: fios que se entrecruzam na escola. Belo Horizonte: Autêntica, 2007.
Araújo, Júlio César, Biasi-Rodrigues, Bernadete (Orgs.). Interação na Internet: Novas formas de usar a linguagem. Rio de Janeiro: Lucerna, 2005.
Araújo, Júlio César. Os gêneros digitais e o desafio de se alfabetizar letrando, Trabalhos em Lingüística Aplicada. Campinas: IEL-Unicamp. Vl. 46(1). jan/jun 2007, pp. 79-92.
* Chamamos letramento formal o domínio da leitura e da escrita em ambiente “não necessariamente digital”.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

ALFABETIZAÇÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS

ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO
Professora: Carla Coscarelli - Aluno: Renato Frossard

Alfabetização

Renato

Nas últimas décadas, as enormes mudanças ocorridas no campo da educação alteraram signficativamente a forma de se ver e de se entender a alfabetização, com o surgimento de um novo termo, o "letramento", que visa complementar e dar conta daquilo que o termo "alfabetização" não consegue, por sí só, abranger.

Segundo Magda Soares, importante pesquisadora e escritora da área da educação, a alfabetização consiste em ensinar o indivíduo a codificar e decodificar os sinais gráficos e a dominar uma série de aspectos técnicos envolvidos nesta prática (como segurar o lápis e usá-lo). Além disso, Soares afirma que aprender uma técnica (alfabetização) e saber usá-la (letramento) são dois conhecimentos diferentes, e que não precisam necessariamente vir um antes do outro, mas podem ocorrer de forma simultânea.

Assim, a alfabetização pode ser considerada o processo de apropriação da tecnologia da leitura e da escrita, o que envolve o aprendizado dos símbolos gráficos, a sua decodificação de grafemas em morfemas, e o uso dos equipamentos necessários para o seu fim. Diferentemente do letramento, que envolve o aprendizado efetivo da "utilização" destas tecnologias, a alfabetização consiste no aprendizado da tecnologia em si, ou, nas palavras de Magda Soares, a alfabetização é "a aprendizagem da técnica, domínio do código convencional da leitura e da escrita e das relações fonema/grafema e do uso dos instrumentos com os quais se escreve".

Referências

SOARES, Magda. A reinvenção da alfabetização. Disponível emA reinvenção da alfabetização. Disponível em: http://www.meb.org.br/biblioteca/artigomagdasoares. Acesso em: 21/09/2007.

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

VIVENDO

Viver é voar alto
Mais alto do que se possa imaginar
Se pensamos estar presos a uma pequena porção do espaço
De repente nos vemos em algum outro lugar do universo

Mas o universo é tão grande que acabamos de novo
presos a um pequeno espaço
Mas mesmo ao voltarmos
Nunca mais seremos de novo aquilo que já fomos

Brazil, Japão, Estados Unidos (...)
Do que importa a tarja?
Do que importa o lugar de onde viemos ou onde nascemos???
Somos humanos, e não há como mudar isto
Quer nos amemos ou não
Quer pensemos que somos melhores que os outros
ou não... somos todos humanos... simplesmente humanos.

Quero alçar novamente um vôo
ver novamente as nuvens do alto
"it feels so good" estar nas alturas
Não para pisar no próximo
mas para ver que tudo é possível ao que crê!

E quando eu pousar
não ficarei triste
pois sei que poderei voar de novo
quantas vezes eu quizer, voarei
até o alto do azul, e a cera não vai derreter
pois os sonhos que formam estas asas
são sólidos demais pra se desgastar com o calor de um vulcão
e resistirão às chamas do cansaço e da falta de fé

Renato

quarta-feira, 29 de agosto de 2007

INFORMÁTICA PARA LEIGOS

Se Você é professor/educador a mais de 10 anos, é provável que já tenha enfrentado ou enfrente alguma dificuldade em relação à utilização dos recursos da informática com fins educativos. O fato é que, nos últimos dez anos, pudemos assistir um desenvolvimento tecnológico arrasador no campo da informática, o que causou mudanças imensas na forma de se elaborar material, imprimir textos, preparar aulas, etc.

terça-feira, 21 de agosto de 2007

Reações às Leituras

Ao ler os textos que compõem este espaço, compartilhei das opiniões em alguns momentos, mas noutros não. Compartilho da preocupação com a educação como talvez o maior bem para a transformação pessoal e social. Compartilho com a importância da escola pública para qualquer sociedade, porém, principalmente a brasileira pela realidade ainda precária para a maioria da população ao acesso a bens culturais. Compartilho da preocupação com a transformação da escola em espaço de reflexão para crescimento pessoal e social, no qual a relevância tome o espaço de práticas ultrapassadas, tais como a trasmissão de um conhecimento de dimensão conteúdista que mantém a certeza como princípio (resposta certa ou errada) e não abre o espaço para os questionamentos ou a dúvida (presentes no momento de escolha que precede a decisão). Compartilho da importância deste espaço de reflexão.

Entretanto, discordo em duas questões.

Primeiramente, a distância entre teoria e prática como um problema, pois considero que a Universidade deve preparar para o ideal sim, pois é esse o espaço das possibilidades. Acredito que uma relação mais próxima entre teoria e prática depende da sabedoria como cada um transformará a teoria em prática. Isso decorre da experiência, para a qual ninguèm está preparado, pois ela é unica a cada momento e depende de quem a vivencia. A falha da Universidade talvez esteja na ausência de uma reflexão sobre experiências em sala de aula, área que já está sendo contemplada na grade curricular.

Em segundo lugar, discordo da proposição de que a mudança passa pela ação coletiva. Depois de ter participado por mais de dez anos de movimentos coletivos em uma associação de classe - fui presidente de uma associação docente após anos de 'militância', justifico minho posição com muita segurança, pois vivenciei que os espaçõs coletivos são espaço para que poucos emprestem sua voz a aqueles que se mantêm em seus espaços de inação dando ao outro o poder da ação. Isso faz com que aqueles que tomam esses lugares se considerem poderosos e passem agir desligados daqueles que lhe outorgaram poder. Tornam-se assim lideres de si mesmos sem qualquer relação com seus liderados, que se sentem frustrados e desacreditados de seus líderes. Tal como acontece na política, ao daremos o poder a outro, nos omitimos e nos encontramos impotentes frente aos abusos daqueles que agora se acham donos da verdade.

Assim, sou pela ação individual, pois "quem salva a vida de um ser humano, salva a humanidade", disse alguém do qual não me recordo o nome. É a partir de cada um de nós que a mudança deixa de ser uma utopia para ser a relidade. Não creio que o professor deva se sentir com a responsabilidade de mudar a educação, mas ele deve sim trabalhar para tranformar a sua sala de aula, pois fazendo isso ele muda a sua vida, a sua sala de aula e, eventualmente, o mundo.
Há inúmeros exemplos disso na história - pessoas que deram sua vida por ideiais que se transformaram em realidade com o passar dos anos; tal como o ideal de liberdade de Tiradentes se concretizou.

Acredito que o professor deve fazer o que estiver dentro das suas possibilidades, pois devemos doar aquilo que nos sobra, não o que não temos. Mas, ao termos possibilidades, não podemos nos omitir, protegendo-nos com as desculpas das condições desfavoráveis. As condições nunca serão favoráveis, pois vivemos num mundo de imperfeições à busca da perfeição. Mas, se o que vivemos depende de como vemos a nossa realidade, para transformá-la basta dar aquele passo na direção da crença de que podemos criar a realidade que vivemos. Ao fazermos isso, vivenciamos conceitos da física quântica, aproximando teoria e prática em nossa experiência cotidiana e, assim, manifestamos nossa sabedoria.

Isso nos deixa mais satisfeitos, pois não temos o impossível como meta, mas sim o possível na busca desse ideal que deve orientar sempre a nossa ação. Se acreditarmos nisso e agirmos em consonância com essas crenças, outros também acreditarão e a mudança poderá vir a ser de uma coletividade de iniciativas pessoais.

domingo, 19 de agosto de 2007

COMO EDUCAR UMA CRIANÇA


OS DEZ MANDAMENTOS PARA SE EDUCAR UMA CRIANÇA


1 - Comece cedo. Lembre-se do que diz a bíblia: Ensina à criança o caminho em que deve andar, e ainda quando crescer não se desviará dele. Portanto, não espere até que seu filho esteja "grandinho" para começar a educá-lo, pois então já poderá ser muito tarde.


2- Eduque com amor. Não se esqueça que o objetivo da educação desta criança parte do amor que você sente por ela. Em outras palavras, o objetivo de educar é construir o caráter da criança e não destruí-la.


3- Jamais diga à criança coisas como: Você é um(a) burro(a)! Nunca será ninguém na vida! etc. Isto é uma violência imensa que só pode trazer prejuízos ao desenvolvimento da criança e até fazer com que ela te odeie no futuro.


4- Eduque com atos, mais do que com palavras. Mostre à criança através de suas atitudes diárias a maneira correta de agir diante das mais diversas situações. Ensine-a a orar a Deus sempre, a buscar a orientação do Senhor em todas as decisões que tiver que tomar e a ser uma pessoa justa e obediente a Deus.


5- Não afaste de seu filho a vara da disciplina. Apesar de amar seu filho ou filha, lembre-se de impor limites, para que mais tarde ele (a) não se torne arrogante e insubordinado.


6- Dê liberdade à sua criança para se aproximar de você. Se seu filho tiver medo de falar com você sobre os assuntos mais simples, com certeza nunca falará sobre coisas mais "delicadas", como a sexualidade, alcool ou drogas, por exemplo.


7- Ore com seu filho, cante louvores à Deus, ensine o a amar aquele que o criou, e você estará salvando a vida de seu filho, e também garantindo uma velhice tranquila pra você, pois este filho jamais irá te desamparar.


8- Matricule seu filho em uma escola que, além de conhecimentos ciéntíficos, ensine valores espirituais, éticos e morais.


9- Controle a quantidade e a qualidade do que o seu filho assiste na TV. Não deixe que a TV seja a única "educadora" de sua criança.


10- O princípio, meio e o fim de toda a boa educação está em ensinar a criança a amar e obedecer a Deus. Se este simples ensinamento estiver bem guardado no coração da criança, ela nunca se envolverá em problemas, pois saberá como caminhar pelas áridas estradas da vida, e estará sempre feliz e realizada.